Partido concorre a governos estaduais, apresenta sete nomes ao Senado e organiza chapas federais em 25 unidades da Federação
O PDT chega às eleições de 2026 com candidaturas competitivas aos governos estaduais, presença direta na disputa pelo Senado e uma estrutura nacional voltada à ampliação de sua representação na Câmara dos Deputados. A campanha começa com o Trabalhismo disputando espaços que já conhece bem na estrutura do Estado Brasileiro.
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, reforça o papel estratégico do partido na disputa que definirá o futuro do país, destacando o alinhamento da legenda com as forças democráticas e o compromisso histórico do trabalhismo com o povo brasileiro.
“Temos uma eleição que vai definir o futuro do Brasil. De um lado estão os democratas, os que acreditam numa sociedade plural e na ciência. Nós, trabalhistas, getulistas, janguistas e brizolistas estamos desse lado, ao lado de Lula. Em cada estado, estamos costurando alianças para fortalecer o PDT e defender a soberania nacional e a educação em tempo integral”, afirmou Lupi.
O partido apresenta candidaturas próprias aos governos de Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul e concorre ao Senado no Distrito Federal e em seis estados: Maranhão, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe.
A presença trabalhista se estende às eleições proporcionais. O PDT possui 467 candidaturas a deputado federal, distribuídas por 25 unidades da Federação. O conjunto revela uma estratégia nacional e também fortalece o caminho para que o partido supere a cláusula de desempenho e amplie sua bancada no Congresso.
O desafio está colocado. O partido precisa conservar sua votação nacional, distribuí-la por diferentes estados e transformar candidaturas competitivas em mandatos. A estrutura registrada para 2026 demonstra que o PDT entra nessa disputa com presença, candidaturas viáveis e condições concretas de ampliar sua representação. Começa também com uma tarefa política: levar ao Congresso uma bancada comprometida com o desenvolvimento nacional, a educação pública, a proteção do trabalho e a redução das desigualdades.
Três candidaturas aos governos estaduais
Rio Grande do Sul: O berço do Trabalhismo pronto para fazer história com Juliana Brizola
O berço do Trabalhismo está pronto para fazer história novamente. No Rio Grande do Sul, Juliana Brizola protagoniza uma das disputas mais emocionantes e equilibradas do país, comandando uma frente ampla e poderosa de partidos progressistas. Sua campanha não apenas recoloca o PDT no centro do debate, mas incendeia a militância ao resgatar o elo mais profundo da nossa história com o povo gaúcho.
As pesquisas de opinião já cravam o cenário de virada: Juliana está tecnicamente empatada na liderança rumo ao segundo turno e, nas simulações de confronto direto, ela vence o candidato da extrema-direita. O Rio Grande do Sul já escolheu a esperança brizolista para governar o estado.
Paraná: Requião Filho consolida a alternativa de coragem contra o lavajatismo
No Paraná, a militância trabalhista tem uma missão clara: quebrar as velhas oligarquias e o lavajatismo. Requião Filho consolida-se de forma isolada na segunda posição, despontando como o único nome capaz de derrotar o projeto de Sérgio Moro e o grupo que hoje comanda o estado.
Com o apoio unificado de todo o campo progressista, Requião Filho ultrapassa a marca dos 20% das intenções de voto e garante uma posição altamente privilegiada para carimbar o passaporte rumo ao segundo turno. É a candidatura da coragem, da defesa do patrimônio público e da verdadeira mudança que o eleitor paranaense tanto deseja.
Minas Gerais: com o peso de quem sabe realizar, Kalil bota o PDT na briga pelo segundo turno
Em Minas Gerais, o gigante acordou. O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil entra na disputa trazendo na bagagem o peso de uma gestão realizadora, o carisma popular e o selo de quem sabe vencer eleições. Minas ocupa uma posição vital na estratégia nacional do PDT, e a militância mineira será o motor dessa virada.
Os números mostram Kalil tecnicamente empatado na disputa pelo segundo turno, pronto para iniciar uma grande caravana pelo interior do estado. A onda trabalhista vai consolidar o nome de Kalil como a única alternativa viável para derrotar o atual sistema e levar a nossa bandeira ao topo do segundo maior colégio eleitoral do Brasil! Sete candidaturas de peso ao Senado.
Sete candidaturas de peso ao Senado

A eleição de 2026 renovará dois terços do Senado, sendo que cada estado e o Distrito Federal escolherão dois representantes. Nesse cenário, o PDT apresenta sete candidatos próprios, alguns deles já posicionados entre os principais nomes de suas disputas.
Distrito Federal: Leila do Vôlei enfrenta o extremismo e lidera rumo à reeleição no coração do país
No coração político do país, o PDT entra na disputa com o orgulho de quem tem trabalho para mostrar e força para vencer. A senadora Leila do Vôlei busca a reeleição consolidada como uma das principais forças do Distrito Federal. Combinando a garra das quadras com uma atuação brilhante no Congresso Nacional, sua candidatura representa o reconhecimento popular e o peso histórico do trabalhismo na capital federal.
As pesquisas de intenção de voto já confirmam o que as ruas demonstram: Leila está tecnicamente empatada na liderança das vagas em disputa, batendo de frente com a oposição em um território estratégico para o futuro do Brasil. Essa não é apenas uma candidatura competitiva; é o PDT mostrando que tem coragem, representatividade e viabilidade concreta para vencer e continuar transformando a vida dos brasileiros de Brasília para todo o país.

Pernambuco: Marília Arraes isola-se na liderança com a força de todo o estado
Em Pernambuco, o PDT caminha a passos firmes rumo a uma vitória histórica. A força trabalhista no Nordeste ganha rosto e voz com a liderança incontestável de Marília Arraes. Consolidada como uma das maiores forças políticas do estado, Marília une uma sólida experiência parlamentar à sua gigantesca força popular, que pulsa forte desde as ruas do Recife até as cidades do interior. Sua candidatura representa o desejo de mudança e a força de um PDT que pensa no futuro dos pernambucanos.
Todos os levantamentos de intenção de voto confirmam o favoritismo: Marília isola-se na liderança da corrida ao Senado, superando com folga nomes tradicionais de outros partidos e alcançando patamares avassaladores nas pesquisas. Essa não é apenas a principal possibilidade de vitória do partido no estado; é a militância nas ruas impulsionando uma candidatura vitoriosa que vai levar o compromisso e a coragem do PDT para o topo do Congresso Nacional.
Norte e Nordeste: Weverton lidera arrancada do PDT, que avança forte com Sabino e Rafael Motta
No Maranhão, o senador Weverton Rocha caminha com força máxima rumo à reeleição em uma disputa completamente equilibrada. Mostrando o peso de sua liderança e articulação política, Weverton encabeça uma chapa vitoriosa e de dar inveja aos adversários, unindo forças importantes como o Republicanos, MDB, Podemos, PRD e Solidariedade. Os levantamentos apontam um empate técnico no topo e confirmam o senador trabalhista como o nome mais forte e preparado para continuar defendendo o povo maranhense no Congresso.
No Pará, a energia da nossa militância empurra a candidatura de Celso Sabino. Os números comprovam que ele está colado nos líderes e totalmente inserido na disputa direta por uma das vagas ao Senado, pronto para consolidar a vitória com a força da nossa bandeira.
Já no Rio Grande do Norte, Rafael Motta explode como um dos grandes nomes da corrida eleitoral. Somando as intenções de voto das duas vagas em disputa, Rafael alcança expressivos 32,8% e está tecnicamente empatado no topo, carregando nos braços do povo potiguar o passaporte rumo à vitória.
Sergipe e Rondônia: espaço aberto para a virada trabalhista
Em Sergipe, o ex-prefeito de Aracaju Edvaldo Nogueira parte para a disputa em um cenário totalmente aberto e fragmentado. Com um número gigantesco de indecisos, a eleição sergipana premiará quem tiver a melhor militância nas ruas — e o PDT tem o exército certo para essa virada.
Em Rondônia, Acir Gurgacz inicia a caminhada focado em conquistar o imenso eleitorado que ainda não definiu o seu segundo voto para o Senado. É a oportunidade ideal para o PDT crescer na reta final com diálogo, pé no chão e o legado de quem já trabalha pelo estado.
As candidaturas pedetistas majoritárias ao Senado partem de posições estratégicas: Leila, Marília, Weverton, Celso Sabino e Rafael Motta lideram a arrancada direto nas vagas da vitória, enquanto Edvaldo e Acir aceleram o passo para ampliar bases e consagrar uma bancada histórica.
Presença nacional: o plano estratégico para explodir nossa bancada federal
A disputa pela Câmara dos Deputados em 2026 carrega o significado mais decisivo para o futuro do Trabalhismo. Para superar com folga as regras da cláusula de desempenho e expandir a representação do partido em Brasília, o PDT montou um verdadeiro exército nacional, registrando candidaturas federais em 25 unidades da Federação.
Historicamente forte, o PDT já superou esses desafios em 2022 com quase 4 milhões de votos e a eleição de 17 deputados. Agora, o partido entra em campo com estruturas imbatíveis nos maiores colégios eleitorais do Brasil. São Paulo lidera o front com 58 candidatos federais, seguido de perto por Minas Gerais (54), Rio de Janeiro (46), Bahia (41), Rio Grande do Sul (32) e Paraná (31).
Essa imensa capilaridade ganha um combustível extra com os nossos palanques majoritários aos governos estaduais. Sozinhos, os estados de Juliana Brizola, Requião Filho e Alexandre Kalil concentram 117 candidaturas do PDT à Câmara dos Deputados, enquanto os nossos nomes ao Senado blindam e potencializam o partido no Distrito Federal, no Norte e no Nordeste.

É hora de pintar o Brasil com as cores do PDT
O desafio está lançado e o tamanho da nossa estrutura prova que o PDT não entra em jogo para ser coadjuvante. Nós entramos para vencer, ampliar nossa bancada e liderar os rumos do país. Temos nomes viáveis, presença em todo o território nacional e condições reais de transformar a força de cada candidatura em mandatos de coragem no Congresso Nacional.
A nossa missão política vai muito além das urnas: o Brasil precisa de uma bancada aguerrida e totalmente comprometida com o desenvolvimento nacional, a revolução da educação pública em tempo integral, a proteção do trabalhador e o fim das desigualdades.
Militante, erga a sua bandeira, tome as ruas, converse com a sua comunidade e defenda os nossos candidatos.
Fonte: PDT Nacional







