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Na Espanha, Lupi defende coalizão democrática contra extrema direita




Por Bruno Ribeiro
17/04/2026

Posição do presidente do PDT é reforçada durante fórum “Mobilização Progressista Global”

Na abertura do fórum “Mobilização Progressista Global”, realizado nesta sexta-feira (17) em Barcelona, na Espanha, o presidente nacional do PDT e vice-presidente mundial da Internacional Socialista (IS), Carlos Lupi, defendeu a coalizão democrática contra a extrema direita, simbolizada pelo “autoritário” presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O evento, liderado pelo presidente da Espanha e da IS, Pedro Sánchez, e que contará com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste sábado (18), mobiliza lideranças democráticas de todo o mundo para construir coletivamente ações coordenadas de defesa da democracia e dos direitos fundamentais, além de combater as guerras e a escalada de tensões nos continentes.

Para Lupi, é o momento de reafirmar o multilateralismo e enfrentar visões associadas ao imperialismo norte-americano, além de defender a cooperação internacional e o equilíbrio geopolítico.

“Estamos reunidos não apenas como representantes institucionais dos partidos e governos progressistas, mas como protagonistas de uma responsabilidade decisiva: responder ao avanço de forças que ameaçam a democracia em escala global”, disse.

“Ao mesmo tempo em que avançamos em tecnologia e inovação, cresce a desigualdade, se intensifica a insegurança econômica e se ampliam os espaços para discursos autoritários. Não podemos aceitar que a autodeterminação dos povos seja violada com invasões sustentadas por interesses ideológicos e econômicos”, acrescentou, em referência aos ataques ao Irã no último mês.

Apresentando o Brasil como exemplo, o líder pedetista alertou que a nação sul-americana vivenciou uma tentativa de golpe de Estado coordenado pelo então presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado e preso em 2025. Os quatro anos de mandato, entre 2019 e 2022, foram marcados, segundo ele, por “regressão institucional, ataque às políticas públicas e isolamento internacional”.

“Esse período deixou marcas profundas. A gradual superação desse ciclo, com a eleição do presidente Lula, representou a retomada do desenvolvimento socialmente responsável, da plenitude democrática e do papel ativo do Brasil no mundo. Por isso, ratifico que os grandes desafios do nosso tempo exigem coordenação global. Nenhum país resolverá sozinho questões como desigualdade, clima ou tecnologia. O trabalho está no centro desse debate. A economia digital não pode significar precarização”, opinou.

“O Brasil tem papel estratégico na construção de um planeta mais justo e equilibrado. Mas isso só será possível com unidade. A fragmentação das forças democráticas abre espaço para o avanço da extrema direita. Precisamos construir alianças amplas, baseadas na defesa da democracia, da justiça social e da dignidade humana”, concluiu.

Fonte: PDT Nacional

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